A compra de cartas de crédito com cota contemplada é uma prática legal se estiverem de acordo com as normas do BACEN (Banco Central do Brasil), pois nada mais é que a transferência de portador para portador do crédito do consórcio. No entanto, esta negociação deve ser muito bem acompanhada de ambas as partes, tanto a compradora quanto a vendedora.

A carta com cota contemplada nada mais é que o crédito total está disponível para o consorciado, onde ele pode ter conseguido isso através de sorteio ou leilões de lance maior realizados nas assembleias do grupo de consórcio ao qual pertence. Com a contemplação, o portador da cota pode adiantar o seu procedimento e comprar o bem ao qual o levou entrar no consórcio, tendo apenas que continuar pagando as parcelas do consórcio que não sofrem nenhum reajuste. É, de fato, um adiantamento do objetivo final do seu consórcio. A ideia é de que, na negociação de com pra e venda de uma carta contemplada, o dono corrente da carta defina um valor à sua escolha para vender a carta já contemplada para alguém que tenha pressa em adquirir seu bem sem ter que passar pelas assembleias para concorrer aos sorteios ou leilões de lance maior. É nessa hora que os golpistas aparecem: pessoas de má índole, que às vezes sequer tem uma carta de crédito, oferecem supostas cartas com valores super tentadores, exigindo pagamentos adiantados para “segurarem” a carta para o interessado. Na maioria dos casos em que esse golpe ocorre, quando o interessado (após realizar o depósito) se dá conta que caiu num golpe, é tarde demais para recuperar o dinheiro.

Portanto, ao comprar uma carta contemplada, vá com calma: cheque toda a documentação junto ao vendedor, à empresa administradora do consórcio e tenha certeza de que a negociação é verídica.

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