Como muitos sabem, a cultura brasileira não é muito a de ensinar (corretamente) educação financeira desde cedo para as crianças e, nos casos em que essa consciência do aprendizado não é tomada, acaba formando alguns adultos sem muita responsabilidade com seu próprio dinheiro. No entanto, muitas pessoas crescem e começam a descobrir formas de utilizar e otimizar os seus ganhos financeiros. Se você chegou até aqui, você é uma dessas pessoas e quer entender como desenvolvemos um perfil de investidor, perfeito para quem quer trabalhar, ganhar seu dinheiro e fazê-lo render cada vez mais.

Primeiramente, entenda a sua atual gestão financeira. Você deve analisar cada ponto financeiro da sua vida e entender como os fluxos estão funcionando: quanto você ganha por mês, quanto você gasta com despesas obrigatórias, quanto gasta com despesas aleatórias e não tão importantes, fundo de reserva, poupança e tudo mais. É essencial que você saiba para onde vai o seu dinheiro.

Após isso, entenda quais as suas principais características e por onde começar. Muitas pessoas, ao entrar nesse mundo, são mais conservadoras e buscam por coisas mais certeiras. Consórcios, tesouro direto e poupança são as principais escolhas para pessoas que estão entrando no mundo dos investimentos. O primeiro porque é um passo importante saber poupar, mesmo que moderadamente, com certeza de retorno. O segundo pois é uma aplicação onde há o envolvimento com instituições fortes como o governo e o banco central. E o terceiro que é o mais simples, mas com rendimentos variáveis que dependem muito da economia nacional. De qualquer forma, começar a investir é o passo mais difícil. Depois que você começa e entende o negócio, pode pensar em coisas mais ousadas como aplicações LCI, ações e etc.

Ser um investidor no Brasil não é fácil, mas cabe a nós entendermos como as coisas funcionam e também fazer nosso dinheiro valer cada vez mais.